 |
|
 |
|
[ PROJETOS ] - SBPC vai à escola |
 |
Palestras oferecidas
Astronomia, Astronáutica e Astrofísica
- Palestra: O que sabemos sobre os E.T.S?
Palestrante: Flávio Alves Lara - Doutor - FIOCRUZ
Resumo: A pergunta: “estamos sós no universo?” sempre esteve no imaginário humano. Durante toda a nossa história, sonhamos com o contato de seres vindo dos céus, descrevemos carruagens de fogo e bruxas, escrevemos livros e relatos de seres, geralmente inamistosos, oriundos de outros planetas. Nos últimos 50 anos a raça humana realizou seus primeiros esforços na tentativa de responder à essa pergunta
Construímos nos últimos 50 anos inúmeros centros científicos em todo o globo interessados em estudar o quão raro é a vida, a exobiologia, ou a astrobiologia nasceu. Ela é a ciência que estuda a vida fora do planeta terra, em outras palavras, como manter a vida (humana ou terrestre) fora do planeta terra, assim como saber se existe vida em outros planetas. Esforços bilionários envolvendo centenas de pesquisadores já foram realizados no passado. Alguns estão sendo realizados desde então e há muitos outros programados para o futuro próximo.
Existem basicamente duas maneiras de se detectar vida, in locu, ou seja, enviando uma sonda espacial ao local e analisa-lo à procura de vida, como realizado pelas missões espaciais VIKINGS I e II na década de 70 em Marte. Outra maneira, mais barata e de maior abrangência, é a procura de sinais de rádio oriundos de civilizações alienígenas, o SETI (Serch for Extraterrestrial Inteligence). A desvantagem é que através desse método detectamos apenas forma de vida inteligente, que tenham desenvolvido ondas de rádio...
A discussão dos trâmites éticos e científicos que envolvem o tema, assim como o preconceito que o cerca, abre novas portas e linhas de raciocínio. A conclusão final é que a procura por vida em outros planetas é um meio de entendermos melhor como surgimos em nosso planeta. E quão raro e efêmero é o fenômeno da vida.
^ VOLTAR AO TOPO
- Palestra: Dinâmica de Satélites Artificiais
Palestrante: Annelisie Aiex Corrêa - Doutora - Analista orbital da Star One S/A (EMBRATEL)
Resumo: Desde 1958, com lançamento do primeiro satélite artificial Sputnik, o espaço se tornou cenário de grandes avanços tecnológicos, principalmente para a área de comunicações, possibilitando um acesso rápido e eficiente em toda parte do planeta. São diversos os serviços prestados pelos satélites em órbita ao redor da Terra, sendo os mais conhecidos: a previsão do tempo, o sensoriamento remoto, a localização precisa via GPS (Sistema de Posicionamento Global) em qualquer parte da superfície terrestre, o envio e recepção de dados, voz e imagens, o acesso à internet e a observação astronômica viabilizada pelos satélites científicos. Mas, para que nos beneficiemos de todos estes serviços, o satélite deve estar controlado, isto é, sua órbita e seu apontamento devem estar dentro de certos limites operacionais, caso contrário há uma perda de sinal entre as antenas receptoras e o satélite. Um satélite ao redor da Terra não está isolado das ações de outros corpos, ele sente o efeito do campo gravitacional do Sol, da Lua e dos planetas, da atmosfera e da forma da Terra (que não é uma esfera perfeita), da pressão de radiação solar e do campo eletromagnético da Terra. | SAIBA MAIS »
^ VOLTAR AO TOPO
- Palestra: Buracos Negros
Palestrante: Jaime Fernando Villas da Rocha - Doutor - Departamento De Física Teorica - DFT/ UERJ e Museu de Astronomia e Ciências Afins, MAST, Brasil
Resumo: Após uma breve revisão dos conceitos básicos da física Newtoniana, discute-se em detalhe a Gravitação Newtoniana para, em seguida, apos esclarecer o conceito de velocidade de escape, definir como foram pensados corpos escuros em física newtoniana. A seguir, uma breve noção dos conceitos de relatividade geral e efetuada e um balanço das diferenças entre os Corpos Escuros da física Newtoniana e os Buracos Negros da Relatividade Geral e' levado a cabo. Então, noções de evolução estelar e uma discussão de como podem ocorrer buracos negros na natureza e' empreendida. A palestra termina com um breve discussão sobre efeito Hawking.
^ VOLTAR AO TOPO
- Palestra: O mundo das galáxias
Palestrante: Jose Eduardo Telles - Doutor - Observatório Nacional
Resumo: Vivemos tempos emocionantes no estudo sobre qualquer aspecto de nosso universo, sua origem e evolução. O progresso recente nesta área parece estar associado aos novos tipos de dados observacionais, com uso de técnicas modernas em telescópios de grande porte, o lançamento do telescópio espacial Hubble (HST) e sua revelação de imagens de detalhes de galáxias próximas e particularmente de galáxias distantes, o espetacular campo profundo do Hubble (Hubble Deep Field) e a coletânea de trabalhos que se seguiram a partir da chegada dos telescópios Keck de 10 metros no Havai.Essa palestra descreve, de forma bastante ilustrativa com imagens reais e animações, as características básicas dos principais tipos de galáxias no universo, e sua distribuição; e discute as conseqüências do que observamos sobre a origem e evolução do universo.
^ VOLTAR AO TOPO
- Palestra: Astropartículas
Palestrante: Ronald Cintra Shellard - Doutor - Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas
Resumo: A conexão entre as grandes estruturas do Universo e as partículas microscópicas que formam a matéria conhecida é explorada. As pesquisas atuais que procuram desvendar o grande mistério da natureza da Matéria Escura, matéria da qual grande parte do Universo é composto, mas da qual não se sabe quase nada. Discutimos a informação carregada pelos raios gama, frutos de explosões cataclísmicas em galáxias distantes e, também a natureza dos raios cósmicos ultra-energéticos.
^ VOLTAR AO TOPO
- Palestra: Energias Extremas no Universo
Palestrante: Ronald Cintra Shellard - Doutor - Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas
Resumo: Esta palestra decreve a saga na investigação dos raios cósmicos, desde seus primórdios, no início do século XX até o presente com o Observatório Pierre Auger. Os raios cósmicos estão presentes no nosso cotidiano. Centenas de raios cósmicos atravessam cada pessoa por segundo, sem serem percebidos. Eles trazem informações sobre mundos distantes, sobre o espaço interestrelar. Há raios cósmicos, muito raros, que carregam uma incrível quantidade de energia. Tanta, que um grão de pó, que tivesse todas as suas partículas com estas energias teria o poder destruidor de um meteorito gigante. Para medí-los está sendo construído o Observatório Pierre Auger, um gigantesco sensor nas pampas argentinas, cobrindo uma área 3 vezes à do Município do Rio de Janeiro. A palestra descreve este instrumento, ilustrando seus vários componentes. Estes raios cósmicos com energias extremas são um dos maiores enigmas da Física atual.
^ VOLTAR AO TOPO
- Palestra: de Gaia a GAIA
Palestrante: Alexandre Humberto Andrei - Doutor - Observatório do Valongo /UFRJ
Resumo: Desde as épocas mais antigas o ser humano olhou para o céu estrelado e construiu mapas celestes. Estes evoluíram de constelações, que associam a posição de estrelas com eventos e personagens, ate' os modernos catálogos astronômicos, que contem milhões de objetos e suas características. Desde aquelas épocas mais antigas ate o presente, tais mapas tem desempenhado papel importante na ciência e nas atividades humanas. Em 2012 será lançado o satélite GAIA que tem como objetivo principal produzir o primeiro recenseamento completo das estrelas de nossa Galáxia, a Via Láctea. Alem disto, GAIA vai também gerar uma enorme quantidade de resultados, abrangendo nosso sistema solar, outros sistemas planetários, objetos extragalácticos, bem como resultados em física experimental. O Grupo de Astrometria do Rio de Janeiro participa desta missão. Na palestra serão revisados os conceitos de catálogos e mapas estelares, e suas realizações antigas e modernas. Com estes conceitos, a missão GAIA e' apresentada, detalhando a participação de nosso grupo.
^ VOLTAR AO TOPO
- Palestra: O Sol Variável
Palestrante: Alexandre Humberto Andrei - Doutor - Observatório do Valongo /UFRJ
Resumo: O Sol é um objeto único a muitos pontos de vista: por sua proximidade, nele podem ser estudados detalhes como em nenhuma outra estrela, e ele e' essencial para a vida terrestre. A importância desta combinação gerou um capitulo novo na ciência, chamado Sistema Sol-Terra. As variações solares são pequena, mas não desimportantes, sendo da ordem de 0.01% em seu fluxo e diâmetro. No século XVII um aumento 0.5% do raio solar foi associado à pequena era glacial do período. Outras variações importantes correspondem a ciclos de 11 anos em sua atividade (p.ex, manchas solares) e de 22 anos em seu... | SAIBA MAIS »
^ VOLTAR AO TOPO
- Palestra: O Céu da Bandeira Brasileira.
Palestrante: Sergio Calderari Boscardin - Astrônomo - Observatório do Valongo/UFRJ
Resumo: Mostro bandeiras de outras nações com símbolos celestes.Falo das origens da bandeira brasileira e do seu correto desenho.Mostro outras propostas para a bandeira brasileira. Falo das constelações da bandeira, seus nomes, significados, lendas, tamanhos e mostro sua correspondência geográfica com os estados representados na bandeira de 1889. Falo sobre as estrelas representadas na bandeira, seus nomes, magnitudes,tamanhos na bandeira, distâncias e cores. Mostro as diferenças entre o céu real e o céu da bandeira. Explico o porque destas diferenças. Mostro o céu real que corresponde ao da bandeira, com todas suas estrelas até três magnitudes.
^ VOLTAR AO TOPO
- Palestra: Sistemas Planetários Extra-Solares
Palestrante: Gustavo Frederico Porto De Mello - Doutor - Observatório do Valongo /UFRJ
Resumo:Em 1995 descobriu-se o primeiro sistema planetário extra-solar, respondendo positivamente a uma questão científica e filosófica que já durava vários milênios. Desde então, mais de 400 planetas orbitando outras estrelas que não o Sol já foram identificados, a grande maioria deles gigantes gasosos como Júpiter, mas alguns muito menores, e recentemente, planetas quase tão pequenos quanto a Terra. Sabemos, portanto, que a formação de planetas é um processo normal que pode acompanhar a formação de estrelas, e possivelmente todas ou quase todas poderiam ter um sistema planetário. Diversas características inesperadas destes planetas, entretanto, muito distintas das do nosso Sistema Solar, revolucionaram nosso conhecimento sobre a formação e evolução de sistemas planetários, colocando muito mais questões do que as que foram respondidas. Nenhum destes sistemas, rigorosamente, se assemelha ao nosso. Nesse seminário, apresentamos as técnicas usadas na descoberta desses planetas e suas principais características, assim como a possível existência de vida nesses corpos. Embora sendo uma conclusão ainda prematura, pelas deficiências de nosso conhecimento presente, é possível que a formação de planetas como a Terra não seja comum no Universo, uma interpretação com profundas conseqüências para nossa compreensão da evolução do Sol e da Terra, para a avaliação das possibilidades de vida no Universo, e para o conhecimento de nossas próprias origens.
^ VOLTAR AO TOPO
- Palestra: Vida E Morte Das Estrelas
Palestrante: Gustavo Frederico Porto De Mello - Doutor - Observatório do Valongo /UFRJ
Resumo:O nascimento, a vida e a morte das estrelas são um dos principais fenômenos que existem em grande escala no Universo. Sem a existência das estrelas, o Universo seria um lugar escuro, frio, e sem vida. As reações nucleares produzidas nas estrelas criam quase todos os elementos químicos que conhecemos, e permitem a existência de planetas e de vida. As estrelas começaram a se formar bem no início da vida do Universo, na mesma época em que nasceram as galáxias. Mas, ao contrário das galáxias, as estrelas estão se formando até hoje. Suas vidas são cheias de dramas, surpresas e acontecimentos espetaculares, e são bastante diferentes entre si, desde as menores anãs vermelhas, pequenas e pouco luminosas, capazes de viver trilhões de anos, até as espetaculares supergigantes azuis e vermelhas, que morrerão nas extraordinárias explosões de supernovas. Entre os possíveis destinos finais das estrelas, estão as anãs brancas, os pulsares, e os misteriosos buracos negros, os objetos de mais poderosa gravitação de que se tem notícia. O nosso próprio Sol está cumprindo seu ciclo de vida e no futuro se transformará em uma estrela gigante, engolindo vários planetas e extinguindo toda a vida sobre o planeta Terra. Nessa palestra, descrevemos todos os tipos de estrelas que existem, como elas nascem, suas diferentes vidas e seus variados tipos de morte. Daqui a um número incalculável de anos, a última estrela formada irá se apagar e morrer, e nesse dia o Universo entrará na mais absoluta escuridão, o que faz com que o grande ciclo da vida estelar seja em essência o próprio ciclo de vida do Universo.
^ VOLTAR AO TOPO
- Palestra: Possibilidade De Vida No Universo
Palestrante: Gustavo Frederico Porto De Mello - Doutor - Observatório do Valongo /UFRJ
Resumo:A vida, principalmente a vida inteligente, é o fenômeno mais complexo que existe no Universo, e um dos menos conhecidos. Não possuímos sequer uma definição clara do que seja vida. Conseguimos articular apenas algumas propriedades essenciais do que seja vida, sem que sejamos capazes de especificar com clareza qual é o limite entre o vivo e o não-vivo. A questão da existência de vida extraterrestre é uma das mais antigas e fascinantes questões filosóficas e científicas da Humanidade. Esta permanece ainda altamente especulativa, na medida em que conhecemos apenas um local no Universo que apresenta o fenômeno vida. Recentemente, a descoberta de dezenas de planetas em outras estrelas reacendeu o interesse na discussão da possibilidade de vida em outros corpos do Sistema Solar e também em outros sistemas estelares próximos. Sondas espaciais nos ensinam cada vez mais sobre nossos planetas vizinhos, e parece cada vez mais claro que existem outros lugares em nosso Sistema Solar onde deve ser possível a existência de vida semelhante à nossa. Nesta palestra discutimos, à luz do que conhecemos sobre a evolução da vida complexa na Terra, quais são as possibilidades de vida em outros planetas ou satélites, se esta vida poderia ter surgido no passado e depois e extinguido, e porquê a Terra parece ter características climáticas e de estabilidade tão especiais. Particularmente apresentamos em detalhes os casos dos planetas Marte e Vênus que, mesmo possuindo características semelhantes às da Terra, aparentemente fracassaram como sítios viáveis para o desenvolvimento da vida como nós conhecemos. Descrevemos ainda a fascinante possibilidade de vida em Europa e Titã, satélites, respectivamente, de Júpiter e Saturno.
^ VOLTAR AO TOPO
- Palestra: Perspectivas geradas pelos movimentos da Terra
TEMPORARIAMENTE INDISPONIVEL
Palestrante: Jair Barroso Junior - Mestre - Observatório Nacional
Resumo: Rotação, translação e precessão são os três movimentos da Terra abordados numa palestra/oficina em que alguns experimentos são desenvolvidos com os participantes. A abordagem da rotação da Terra em torno de seu eixo é feita utilizando um globo escolar que é posicionado com seu eixo paralelo ao eixo real da Terra. Isto permite, com a simulação de posição do observador sobre o globo, uma visão imediata e única da aparência do movimento do céu de leste para oeste quando giramos o globo corretamente para leste. A determinação dos pontos cardeais e da posição dos pólos celestes é feita com os participantes utilizando uma bússola que eles próprios constroem; kits completos de extrema simplicidade são fornecidos para tal. Num segundo experimento, este relativo à translação da Terra em torno do Sol, são escolhidos doze participantes para representarem as constelações zodiacais onde se projeta sucessivamente o Sol durante o giro anual da Terra em torno dele; o Sol e a Terra também são representados por participantes nesta encenação. A precessão dos equinócios é visualizada na mesma montagem do experimento anterior. Material didático básico, incluindo globinho terrestre e apostilas com ilustrações é fornecido para até quarenta participantes. Obs. Esta atividade é sugerida com maior aproveitamento para professores de matérias afins com a astronomia, que poderão atuar como multiplicadores dos conhecimentos adquiridos repassando-os a seus alunos.
^ VOLTAR AO TOPO
- Nova Palestra: A Cosmologia no Século XXI
Palestrante: Henrique Pereira de Oliveira - Doutor em Ciências- UERJ
Resumo: Desde que os primeiros homens vislumbraram os céus indagações do tipo “como as estrelas e planetas surgiram?”, ou de modo mais abrangente “como tudo surgiu?”. Até hoje tais questões ainda estão na mente dos cientistas, mas a despeito do grande progresso que chegamos, faltam ainda respostas definitivas. A Cosmologia é o ramo da Física que tem como objetivo o estudo da origem e evolução do universo. O século XX foi marcado por importantes descobertas como a expansão do universo a partir da constatação da recessão das galáxias, a radiação cosmica de fundo e mais recentemente o atual estado de expansão acelerada do universo que levou a introdução da energia escura. Nesta palestra vamos abordar de modo simples e acessível esses aspectos que marcam a Cosmologia moderna. A palestra será tentativamente dividida nos seguintes tópicos: - Breve história da Cosmologia: dos mitos de criação ao Big-Bang. - Como vemos hoje nosso universo? - De que é feito o universo? - Para onde vamos?
^ VOLTAR AO TOPO
- Nova Palestra: Ficando por dentro dos buracos negros
Palestrante: Henrique Pereira de Oliveira - Doutor em Ciências- UERJ
Resumo: Não há dúvidas que buracos negros são os objetos mais bizarros e fascinantes preditos por uma teoria física. Hoje em dia sabemos que buracos negros representam o estágio final mais extremo de uma estrela no fim de sua existência. São assim chamados pelo fato do seu campo gravitacional ser tão intenso que nem mesmo a luz, cuja velocidade é de 300.000 km/s é incapaz de escapar! Nesta palestra abordaremos inicialmente alguns conceitos básicos acerca da teoria da gravitação de newton. Em seguida faremos uma viagem pela história do conceito de buraco negro desde que foi predito pelo Reverendo John Mitchell no século XVIII até culminar com a palavra buraco negro (black hole) dada pelo físico ingles Roger Penrose em 1968. Faremos um breve passeio pelos anos 60 e 70 do século passado que representaram o que é conhecido por idade de ouro dos buracos negros devido ao impressionante progresso teórico alcançado. Por fim culminaremos com uma abordagem didática do que se trata a pesquisa envolvendo esses objetos tão interessantes.
^ VOLTAR AO TOPO
- Nova Palestra: O Universo é limitado ou não tem fim?
Palestrante: Marcelo José Rebouças - Doutor - CBPF
Resumo: Uma pergunta milenar de humanidade é: o Universo em que vivemos é finito ou é sem fim? Por muitos séculos esta questão foi tratada apenas do ponto de vista da filosofia e da religião. O desenvolvimento científico da Cosmologia do século XX e XXI permite abordar esta questão de forma científica, através de observações da Astrofísica e da Cosmologia. Em nossa palestra mostraremos, de maneira simples, através de figuras e pequenos filmes, que existem efeitos físicos que devem ser observados se o Universo em que vivemos for finito (tiver um limite , um fim). Discutiremos de maneira didática como podemos através da Cosmologia Moderna vir a responder à questão milenar sobre a finitude ou infinitude do universo em um futuro muito próximo.
^ VOLTAR AO TOPO
|
 |
|
|
|
 |
|
 |