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Palestras oferecidas

Química, Metrologia, Biologia, Saúde e Meio Ambiente


  • Palestra: Diversidade dos Seres Vivos

    Palestrante: Claudia Russo - Doutora - Biologia /UFRJ

    Resumo: Você sabia que os humanos possuem um monte de características em comum com as bacterias e outros organismos? Pois é, nós fazemos parte de um processo gerador de diversidade biológica que chamamos de evolução. Pela evolução, a Terra passou de um local inabitado para um mundo no qual vemos animais, plantas, fungos e microorganismos habitando cada um dos cantos do planeta. Como isso aconteceu? Nesta palestra iremos ver um pouco mais sobre esse processo fantástico que chamamos evolução, que acontece em nosso planeta há mais de 4 bilhões de anos e vai acontecer ainda por muito mais tempo. Iremos discutir porque temos alguma coisa em comum com cada um dos organismos existentes. Porque temos mais coisas em comum com os chimpanzés do que com as aves? Os organismos não são iguais ou diferentes, e todos eles possuem um ancestral comum. Os organismos exibem um grau de similaridade comparando uns com os outros que dependendo de quando o ancestral comum deles viveu. Se o ancestral comum viveu há muito tempo, o grau de similaridade é menor, se vivem há menos tempo, o grau de similaridade é maior.

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  • Palestra: O Rio Carioca: A sua importância histórica para a Cidade do Rio de Janeiro e seu atual estado de degradação ambiental

    Palestrante: Thereza Christina de Almeida Rosso - Doutora em Engenharia Oceânica - UERJ

    Resumo: A cidade do Rio de Janeiro, por sido durante séculos o centro político e cultural do Brasil, ocupou papel pioneiro no saneamento do país. Foi a terceira capital do mundo moderno a possuir um sistema de esgotamento sanitário. Em 1864, seu sistema já era composto de rede coletora e estação de tratamento.No entanto, a cidade do Rio sofreu por não ter obedecido algumas normas elementares de urbanização que lhe garantisse um crescimento mais ordenado. Como a maioria das cidades brasileiras, o Rio de Janeiro teve seu crescimento espontâneo e fragmentado, através de arranjos não planejados entre as partes e o todo. A oferta de serviços públicos sempre esteve defasada em relação ao ritmo de crescimento acelerado da cidade. A forma como a cidade se metropolizou, sem planejamento urbano associado às demandas sanitárias e ambientais, potencializou os impactos ambientais negativos, refletindo diretamente nas suas... | SAIBA MAIS »

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  • Palestra: Programa Nuclear: ENERGIA, MEIO AMBIENTE E MITOS

    Palestrante: Francisco Fernando Lamego Simões Filho - Doutor em Geociências - Pesquisador titular do Inst. de Radioproteção e Dosimetria – IRD

    Resumo: As projeções de aumento da demanda e produção de energia nas próximas décadas em função do crescimento populacional (8 bilhões de pessoas em 2020 e 9 bilhões em 2050), têm sido encaradas como cenários mais prováveis, não sendo esperada nenhuma mudança radical. Nesse contexto, observa-se uma rápida urbanização: em 2050 mais da metade da população da terra estará vivendo nas grandes cidades, sendo que se estima em 1,6 bilhões o contingente da pupulação mundial que não terá acesso à energia elétrica. A dependência dos combustíveis fósseis deverá se manter bastante acentuada neste período. As fontes renováveis de energia são ainda encaradas como soluções domésticas ou locais, não podendo competir com as fontes convencionais de larga escala, exceto onde possam ser acompanhadas de fortes subsídios. estima-se que as mesmas contribuirão com 5 e 10% da oferta mundial, respectivamente em 2020 e 2050. Assim, existe uma lacuna de oferta de energia esperada para os próximos 30 anos. | SAIBA MAIS »

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  • Palestra: Clonagem – O homem copiando a natureza

    Palestrante: Gerlinde Agate Platais Brasil Teixeira - Doutora - UFF

    Resumo: A clonagem de seres vivos é um processo natural que ocorre principalmente nos seres menos complexos como as bactérias. No entanto, também ocorre de forma natural em seres mais complexos como as plantas. Estudando estes processos foi possível desenvolver técnicas laboratoriais que também permitiram a clonagem de seres como os mamíferos. Está prática está difundida, por exemplo, nas grandes fazendas de gado, assim nosso objetivo com esta palestra é apresentar de forma simples o desenvolvimento desta ciência, bem como sua aplicação, benefícios e limitações do ponto de vista técnico e ético.

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  • Palestra: Química Ambiental e o Desenvolvimento Sustentável-TEMPORARIAMENTE INDISPONÍVEL

    Palestrante: Cássia Curan Turci - Doutora - Professora Associada/ diretora do Instituto de Química UFRJ

    Resumo: A sociedade hoje está cada vez mais consciente de que “o planeta” tem um limite para assimilar a poluição e os rejeitos. Portanto, é natural que cada vez mais sejamos cobrados para adotarmos uma postura ambiental, que possibilite a redução e a dispersão de substâncias tóxicas, o desenvolvimento de processos de reciclagem de resíduos e subprodutos, a redução de energia e a maximização da utilização de recursos renováveis na indústria.

    A palestra procurará elucidar as reações químicas que ocorrem na biosfera (hidrosfera, litosfera e atmosfera) e as suas interfaces, principalmente aquelas que podem afetar a saúde humana, tais como as que provocam intoxicação por metais, que afetam o sistema respiratório, entre outras. | SAIBA MAIS »

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  • Palestra: Origem da vida

    Palestrante: Fernando de Souza Barros - Doutor - Professor do Instituto de Física /UFRJ

    Resumo: A questão da origem da vida tem sido objeto de permanentes controvérsias, associada a outras questões complexas, como origem e evolução da inteligência, essa questão além do seu contexto filosófico é atualmente abordada pela ciência contemporânea em seus diversos aspectos. Nesta contribuição, não serão analisadas as diferentes teorias que hoje são centro de debates no meio acadêmico. Serão somente abordadas - e de maneira muito geral - as idéias e conceitos que permeiam a questão química da vida.

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  • Palestra: Homo obesus: o quê nos leva a engordar

    Palestrante: Bruno Lourenço Diaz - Doutor - Professor Adjunto do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho - IBCCF /UFRJ

    Resumo: A incidência de obesidade tem atingido proporções epidêmicas em nosso país e em nossas escolas. Esta situação reflete uma falta de "força de vontade" dos indivíduos obesos ou existem mecanismos evolutivos, fisiológicos e ambientais que nos leva a engordar? O excesso de peso gera somente uma não conformidade com um padrão estético tão propalado pela mídia ou também tem conseqüências sérias para nossa saúde. Esta palestra vai procurar introduzir estes temas e responder as estas perguntas para fomentar a discussão sobre as causas do excesso de peso e possíveis estratégias para seu controle.

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  • Palestra: Menores que mini, menores que micro, eles são nano! 20 anos da descoberta dos fulerenos, novas formas de carbono.

    Palestrante: Marcelo Hawrylak Herbst - Doutor Em Ciências (Química Inorgânica/IQ-UNICAMP) - Instituto De Física - UFRJ

    Resumo: Conheça as estruturas que são um bilionésimo de vezes menores que o milímetro! Quando algo é muito pequeno, costumamos usar o termo 'míni' para nos referir a ele, não é mesmo? Há, porém, coisas tão pequenas para as quais o termo 'míni' não dá conta. Por exemplo: um micróbio ou uma célula do seu corpo, você não consegue ver a olho nu. Daí, dizermos que essas coisas são 'micro', ou melhor, microscópicas, simplesmente porque elas não poderiam ser vistas sem o uso de um microscópio. Pois há coisas descobertas recentemente pelos cientistas que são menores do que 'micro'. Estruturas tão pequenas que são chamadas de 'nano' e que só podem ser vistas com o auxílio de um aparelho muito mais sofisticado: o nanoscópio. Pode ser que, no futuro, os cientistas construam, com essas estruturas, máquinas um bilhão de vezes menores que um grão de arroz e as façam circular pelo nosso corpo, para entender ainda... | SAIBA MAIS »

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  • Palestra: Como são organizados os olhos nos seres vivos?

    Palestrante: Silvana Allodi - Doutora - UFRJ

    Resumo: Quando pensamos nos animais modernos, pensamos neles com olhos como partes integrantes de seus corpos. Isto é bastante óbvio para nós, mas a verdade é que dos cerca de 30 filos animais diferentes que existem, apenas 1/3 mais ou menos possui olhos propriamente ditos. Um terço apresenta pequenos órgãos sensíveis à luz, não olhos propriamente, e o terço restante não apresenta nenhuma especialização que permita detectar a luz. Assim, é muito interessante saber como evoluíram os olhos nos animais. Ocelos, olhos compostos e olhos com câmara são tipos de olhos presentes nos animais invertebrados e vertebrados e como eles são constituídos macroscopicamente e microscopicamente é assunto a ser abordado. Outro aspecto interessante e importante para quem estuda biologia é conhecer o desenvolvimento embriológico dos olhos e de todo o sistema visual, compreendido no sistema nervoso central. No que diz respeito à espécie humana, este... | SAIBA MAIS »

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  • Palestra: Alimentos Transgênicos: Benefícios e Riscos: As Incertezas dos Alimentos Transgênicos

    Palestrante: Silvio Valle - Fundação Oswaldo Cruz

    Resumo: Vivemos hoje numa época abundante em ciência e tecnologia e acentuadamente carregada de questões que estão à espera de respostas, para que o futuro da humanidade seja alcançado de forma segura e sustentável, e que o uso, algumas vezes, precipitado do conhecimento científico não seja o determinante de possíveis desequilíbrios genéticos. Neste contexto, objetivamos com este artigo, além de evidenciar algumas incertezas presentes nos processos que envolvem tecnologia de ADN recombinante, também propor algumas medidas mitigatórias. Para entender o conceito de alimentos transgênicos precisamos analisar o processo clássico de melhoramento animal e vegetal que, apesar de processar de forma não controlada a troca das informações genéticas, está limitado ao cruzamento dentro da mesma espécie/gênero portanto operando com um "pool" genético limitado... | SAIBA MAIS »

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  • Palestra: Como as drogas agem no cérebro?

    Palestrante: Ricardo Augusto de Melo Reis - Doutor - UFRJ

    Resumo: O cérebro é formado por bilhões de células que estão organizadas em inúmeras áreas. Dois grupos de células se destacam: os neurônios e as células da glia. Destacaremos o ponto de contato entre essas células, região chamada de sinapse, que é o local onde a maioria das drogas agem. Algumas sinapses são excitatórias enquanto outras são inibitórias, e eletricidade e/ou mediadores químicos ativam as sinapses. Na palestra, mostrarei como os neurotransmissores são sintetizados, armazenados e liberados. E ainda como drogas e medicamentos atuam no Sistema Nervoso modificando certas funções comportamentais.

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  • Palestra: Barbeiros: os transmissores da doença de Chagas

    Palestrante: Cléber Galvão - Doutor - Fundação Oswaldo Cruz

    Resumo: Os barbeiros são insetos conhecidos popularmente por esse nome pelo fato de picarem, geralmente à noite, o rosto das pessoas adormecidas. Muitos habitantes da zona rural vivem em habitações precárias, de paredes de taipa, cobertas de capim, ou nas casas de barro conhecidas como de pau-a-pique, onde existem frestas que podem abrigar esse inseto que transmite a doença de Chagas. O barbeiro tem nomes diversos nas várias regiões do país: chupão, chupança ou fincão, no Sul; procotó, bicho-de-parede, percevejo-do-sertão no Nordeste.

    O parasito causador da doença é um protozoário microscópico com cerca de 20 milésimos de milímetro de comprimento. Seu corpo é alongado e tem uma membrana que permite sua movimentação na corrente sanguínea, ele foi chamado por Carlos Chagas, seu descobridor, de Trypanosoma cruzi em homenagem a seu mestre, Oswaldo Cruz. | SAIBA MAIS »

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  • Palestra: Barbeiros, os transmissores da doença de Chagas.

    Palestrante: Dayse da Silva Rocha - Doutora - Fundação Oswaldo Cruz

    Resumo: Os “Barbeiros” - Os “barbeiros” são insetos da subfamília Triatominae, um grupo de insetos hemípteros caracterizados pelo hábito hematofágico. Os triatomíneos têm grande importância médica, porque são os responsáveis pela transmissão do Trypanosoma cruzi, o protozoário causador da doença de Chagas. Os triatomíneos são conhecidos popularmente como barbeiros, pelo fato de picarem, geralmente à noite, o rosto das pessoas adormecidas. Habitats - A grande maioria das espécies de triatomíneos é silvestre; vivem em ninhos de aves, tocas de animais, sob cascas ou ocos de árvores, em bromélias, palmeiras, e outros ecótopos, onde se alimentam dos mais variados animais. Algumas espécies, porém, no decurso da evolução, adquiriram a capacidade de colonizar as estruturas artificiais construídas pelo homem nas proximidades de suas casas, como galinheiros, pocilgas e estábulos e são... | SAIBA MAIS »

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  • Palestra: Piolho na Escola

    Palestrante: Júlio Vianna Barbosa - Doutor em Parasitologia - Fundação Oswaldo Cruz

    Resumo: Pediculose é uma enfermidade que vêm sendo descrita desde os tempos mais remotos até os dias de hoje, sendo considerada um sério problema de Saúde Pública em todas as Américas. Basicamente o homem é parasitado por 03 tipos de piolho: Pediculus humanus capitis, piolho da cabeça; Pediculus humanus corporis, piolho do corpo e Phthirus pubis, piolho da região pubiana. É importante conhecer aspectos ligados ao piolho, tais como: biologia, distribuição, manifestação clínica e diagnóstico. Além de algumas medidas de controle que vêm sendo empregadas no Brasil, como: controle químico, caseiro e educacional.

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  • Palestra: A Década da Água, 2005-2015

    Palestrante: Thereza Christina de Almeida Rosso - Doutora em Engenharia Oceânica - UERJ

    Resumo: O problema da escassez de água no mundo seja em termos de quantidade como de qualidade apresenta-se como um dos grandes desafios a ser enfrentado pela humanidade no mundo atual. As primeiras manifestações ambientalistas envolvendo vários paises, concretizadas na reunião de Estocolmo, em 1972, já sinalizavam os futuros problemas relacionados ao fornecimento de água em quantidade suficiente e qualidade adequada para o bem estar da população mundial.Outros pontos marcantes a nível mundial ocorrem ao longo dos últimos anos. Em 1992, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, Rio-92, contando com a participação de 179 países, intuiu o dia 22 de março, como o Dia Mundial da Água. Em 22 de março deste ano, deu-se início ao Decênio Internacional para a Ação Água, Fonte da Vida, definido pelas Nações Unidades, para o período de 2005 a 2015... | SAIBA MAIS »

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  • Palestra: Saúde e Meio Ambiente

    Palestrante: João Paulo Machado Torres - Doutor - UFRJ

    Resumo: O que a saúde tem a ver com o meio ambiente? Por que nosso rios são tão maltratados? Será verdade que a vida no campo é mais saudável do que nas cidades? O que é poluição? O que são metais pesados e poluentes orgânicos persistentes?

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  • Palestra: Origem e evolução das doenças parasitárias

    Palestrante: Adauto J. G. de Araújo - Doutor - Fundação Oswaldo Cruz

    Resumo: Parasitos são organismos que encontram em outro organismo, chamado hospedeiro, o seu nicho ecológico. O enfoque ecológico do fenômeno parasitismo permite o estudo das relações parasito-hospedeiro sob o ponto de vista evolutivo, para um entendimento sobre a origem das doenças infecto-parasitárias, da pré-história aos dias atuais.

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  • Nova Palestra: O uso de algas marinhas nas nossas vidas

    Palestrante: Valéria Laneuville Teixeira - Doutora em Ciências - UFF

    Resumo: As algas marinhas estão nas nossas vidas em diversos momentos sem que a maioria das pessoas se dê conta. Nas pastas de dentes, nos alimentos, nas cervejas e vinhos. Quando falamos em produtos marinhos sempre pensamos em peixes, crustáceos e alguns moluscos que consumimos como alimentos. No entanto, as algas estão presentes e são de importância fundamental em nossas vidas. As algas também podem ser uma fonte de futuros remédios contra muitas doenças crônicas como o câncer e a AIDS. Nesta palestra procuraremos dar uma visão atual sobre as algas marinhas como uma fonte importante de produtos industriais. É, sem dúvida, uma área de estudos de grande relevância para o Brasil, detentor de uma grande diversidade de algas marinhas.

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  • Nova Palestra: Como compostos naturais de invertebrados marinhos podem virar medicamentos para o combate ao câncer

    Palestrante: Mauro Sergio Gonçalves Pavao - Doutor - UFRJ

    Resumo: As atividades científicas desenvolvidas no Laboratório de Tecido Conjuntivo, Instituto de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, visam obter através da pesquisa básica, compostos de origem marinha para o estudo e desenvolvimento de medicamentos de combate ao câncer. Este processo é composto por várias etapas que incluem desde a coleta de espécies animais de invertebrados e algas marinhas, que ocorrem em grandes quantidades na costa do Estado do Rio de Janeiro, extração e isolamento do princípio ativo, determinação da atividade biológica em tubos de ensaio e os testes utilizando animais de laboratório. Esta atividade é de grande importância, pois além de permitir a formação de novos cientistas da área biomédica e estreitar a associação entre a pesquisa básica e a clínica, pode revelar novos medicamentos para o combate de doenças como o câncer, a trombose e a inflamação.

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  • Nova Palestra: Poluição Atmosférica

    Palestrante: Sergio Machado Correa- D. Sc.- UERJ

    Resumo: Até poucas décadas atrás se acreditava que a atmosfera era grande o suficiente para dispersar os poluentes e os símbolos de progresso que apareciam nos livros escolares como veículos e fábricas. Atualmente sabe-se que o ar que respiramos contém inúmeras substâncias que são introduzidas diariamente pelas fontes móveis (carros, caminhões, ônibus, motos etc.) e fontes fixas (fábricas, aterros sanitários, queimadas, entre outras). Nesta palestra serão detalhadas estas fontes emissoras, os principais poluentes, os efeitos na saúde e no meio ambiente (efeito estufa e buraco da camada de ozônio), como são identificados e quantificados os poluentes e como são os sistemas de controle da poluição atmosférica.

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  • Nova Palestra: Como as células se comunicam

    Palestrante: Roberto Paes de Carvalho- Doutor - UFF

    Resumo: A evolução dos seres vivos de unicelulares a multicelulares fez surgir a necessidade de comunicação entre as diversas células situadas em locais distantes do organismo, de modo a poder integrar suas atividades de uma maneira organizada e voltada para seu funcionamento interno e interação com o meio-ambiente. Os sistemas endócrino e nervoso são exemplos de sistemas que evoluíram com a função primária de auxiliar nestas formas de comunicação entre as células. A Palestra irá ilustrar as diversas formas de comunicação química utilizadas pelas células bem como os mecanismos envolvidos nas respostas celulares aos estímulos químicos.

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  • Nova Palestra: Caos e Ordem

    Palestrante: Marcelo Amorim Savi- Doutor - COPPE/UFRJ

    Resumo: A natureza está repleta de não-linearidades que são responsáveis pela diversidade de comportamentos dos sistemas naturais. Os ritmos constituem uma das manifestações mais significativas dos sistemas naturais, podendo ser regulares ou não. Ritmos regulares podem estar associados a comportamentos normais e patológicos, o mesmo podendo ser dito sobre ritmos irregulares, ou caóticos. Os ritmos da natureza podem ser compreendidos a partir de uma perspectiva dinâmica. Desta forma, podemos investigar esses ritmos avaliando a dinâmica da natureza e a diversidade que está associada a características não-lineares. Muitos exemplos podem ser utilizados para explorar esta ideia: os ritmos cardíacos, cerebrais, o sistema climático, a dinâmica do sistema imune humano, dentre outras tantas. Seguindo esta mesma idéia, podemos investigar os ritmos de sistemas de engenharia como na perfuração de petróleo, nos sistemas inteligentes e em muitos outros. Esta palestra tem como objetivo discutir a dinâmica não-linear da natureza, discutindo novas fronteiras da engenharia.

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  • Nova Palestra: Matemática na saúde? Para que?

    Palestrante: Marília Sa Carvalho - Pós-Doutor - FIOCRUZ

    Resumo: Uma conversa sobre aplicações de modelos matemáticos e estatísticos para descobrir causas das doenças. Mostrar de onde surgem as ideias: ."açúcar dá cárie", "lavar as mãos antes de comer é saudável", etc. Introduzir o conceito de aleatoriedade no dia a dia, com noções de probabilidade.

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  • Nova Palestra: Os ambientes costeiros do Rio de Janiero

    Palestrante: Guilherme Borges Fernandez- D. Sc.- UFF

    Resumo: O litoral do Rio de Janeiro é reconhecido de forma geral pelas belezas naturais. Muitas destas belezas têm uma história que remete a alguns milhares de anos e sofrem um gradual desaparecimento em função de uma série de atividades sócio-econômicas desenvolvidas ao longo da região costeira. Nesta palestra serão apresentados diferentes ambientes costeiros e os problemas relacionados a ocupação desta área, com enfoque na conservação destes ambientes para as futuras gerações.

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  • Nova Palestra: Aplicações da quimiometria em química e engenharia química

    Palestrante: Aderval Severino Luna- Doutor em Química Analítica- UERJ

    Resumo: A quimiometria é uma disciplina da química que utiliza métodos matemáticos e estatísticos para planejar ou selecionar procedimentos de medidas e experimentos ótimos, assim como proporcionar o máximo de informações mediante a análise de dados químicos. A quimiometria pode ser considerada como um ramo aplicado da química analítica e da estatística aplicada com uma função similar aos das disciplinas de biometria, sociometria, econometria ou psicometria em relação a biologia, sociologia, economia ou psicologia. As diferenças entre essas disciplinas metrológicas e a quimiometria são devidas as características particulares dos dados de origem química. Nesta apresentação, procurar-se-á dar inúmeras aplicações da quimiometria nos diferentes campos da química e da engenharia química, assim como de outras áreas afins. 

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  • Nova Palestra: Por que uma pessoa fica paraplégica após sofrer um acidente que atinge a medula espinal?

    Palestrante: Ana Maria Blanco Martinez- Doutor- UFRJ

    Resumo: No Brasil, e no mundo todo, existem milhares de pessoas que perderam os movimentos dos membros inferiores (paraplegia) ou dos membros inferiores e superiores (tetraplegia) devido a lesão na medula espinal. A maioria dos casos acontece em consequëncia de acidentes automobilísticos (principalmente motos) ou agressões que atingem a coluna vertebral e medula espinal. Não existe tratamento que proporcione uma cura completa, apesar dos avanços conseguidos no sentido de melhorar a qualidade de vida do indivíduo e ampliar o tempo total de sobrevida. As pesquisas experimentais nessa área tëm conseguido avanços importantes embora isso ainda não se traduza em terapias para os indivíduos acometidos. A dificuldade está em que a medula espinal não dispõe de mecanismos de regeneração que propiciem uma recuperação funcional após lesão. Nessa palestra iremos mostrar aos alunos porque a medula espinal não consegue se regenerar e o que está sendo feito no Brasil e no mundo nessa área. 

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  • Nova Palestra: As doenças da boca e sua importânica na saúde geral

    Palestrante: Fabio Ramoa Pires- Doutor- UERJ

    Resumo: A boca é considerada a porta de entrada do organismo e tem função essencial na manutenção da saúde geral do indivíduo, assim como é parte fundamental de sua capacidade de interação social. Diversas doenças são capazes de envolver a boca, os dentes e os ossos maxilares (mandíbula e maxila), trazendo limitações funcionais, estéticas e sociais aos pacientes acometidos. Além disso, a boca é alvo comum para a ação de diversas substâncias adversas com as quais temos contato em nossa vida cotidiana, como o fumo e o álcool, sendo por muitas vezes a primeira região do corpo com a qual estas substâncias têm contato. O objetivo desta palestra é apresentar as principais características da boca e, de forma resumida, chamar a atenção para as principais doenças que podem acometer esta região, reforçando seus principais métodos de prevenção, diagnóstico e tratamento.

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  • Nova Palestra: A PESQUISA BÁSICA NO ESTUDO DA ONCOLOGIA

    Palestrante: ETEL RODRIGUES PEREIRA GIMBA - Doutora- UFF

    Resumo: A PRESENTE PALESTRA TEM POR OBJETIVO APRESENTAR OS CONCEITO BÁSICOS EM ONCOLOGIA , INCLUINDO A DEFINIÇÃO DE CÂNCER E AS ALTERAÇÕES MOLECULARES E CELULARES ASSOCIADAS AO PROCESSO NEOPLÁSICO. SERÁ TAMBÉM APRESENTADA A CLASSIFICAÇÃO DOS TUMORES, OS TUMORES MAIS FREQUENTES NA POPULAÇAO BRASILEIRA E AS PRINCIPAIS CAUSAS E AGENTES ETIOLÓGICOS DESTA DOENÇA EM NOSSA POPULAÇÃO. APÓS APRESENTAÇÃO DOS CONCEITOS BÁSICOS, SERÃO APRESENTADAS ALGUMAS ÁREAS DE ATUAÇÃO NA PESQUISA ONCOLÓGICA, SENDO ENFATIZADOS OS TRABALHOS DE PESQUISA DESENVOLVIDOS POR MEU GRUPO DE PESQUISA NO ESTUDO DO CÂNCER DE PRÓSTATA E DO CARCINOMA DE OVÁRIO.

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  • Nova Palestra: História da saúde no Brasil

    Palestrante: Luiz Antonio Teixeira- Doutor- FIOCRUZ

    Resumo: A palestra/aula apresentará a história da saúde no Brasil, desde os tempos imperiais até os dias de hoje. Abordarei as diversas formas dos diferentes grupos pensarem as questões de saúde e doença, as condições de saúde por eles vividas e suas iniciativas para melhorar as condições de saúde de sua comunidade. Por outro lado, também analisarei a trajetória das políticas de saúde no país, enfatizando as questões que ainda precisamos resolver. 

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  • Nova Palestra: O que é o citoesqueleto?

    Palestrante: Claudia dos Santos Mermelstein- Doutor- UFRJ

    Resumo: A palestra/aula apresentará a história da saúde no Brasil, desde os tempos imperiais até os dias de hoje. Abordarei as diversas formas dos diferentes grupos pensarem as questões de saúde e doença, as condições de saúde por eles vividas e suas iniciativas para melhorar as condições de saúde de sua comunidade. Por outro lado, também analisarei a trajetória das políticas de saúde no país, enfatizando as questões que ainda precisamos resolver. 

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  • Nova Palestra: Mamíferos silvestres reservatórios de zoonose

    Palestrante: Cibele Rodrigues Bonvicino- Doutora- IOC-FIOCRUZ

    Resumo: Nessa palestra é mostrada a diversidade de algumas doenças que podem passar do animal, selvagem ou doméstico, para o homem (zoonose) no Brasil (por exemplo, hantaviroses, arboviroses, tripanossomíases e leishmanioses)com uma curta explicação de cada uma delas, explicando alguma das vias de transmissão. O foco está na importância dos estudos de identificação de espécies, principalmente os pequenos mamíferos não voadores(roedores e marsupiais)que são reservatórios destas zoonoses, com fotos destes animais, mapas com a sua distribuição geográfica, e comentários sobre aspectos da história natural destas espécies.

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  • Nova Palestra: O lúdico na prevenção ao câncer

    Palestrante: Claudia Jurberg- Doutora- UFRJ

    Resumo: Desde 2008, o Núcleo de Divulgação do Programa de Oncobiologia da UFRJ - uma rede no Rio de Janeiro que reúne pesquisadores, médicos, nutricionistas e jornalistas da própria universidade e mais da Uerj, UFF, Fiocruz, Cefet e Instituto Nacional do Câncer - aplicou três pesquisas junto ao público jovem para identificar o conhecimento que tinham sobre o vírus do Papiloma Humano (HPV), os hábitos dos jovens em relação ao cigarro e ao sol. Diante dos resultados encontrados, produzimos uma trilogia de vídeos de animação ("Amor em tempos de HPV", "Jogo de uma morte anunciada", já postados no YouTube, e "Memórias de minhas pintas tristes", ainda em produção). A trilogia visa informar o público jovem (ouvintes e surdos) sobre fatores de risco associados ao câncer. O projeto recebeu recursos da Faperj e da Fundação do Câncer. Além disso, estamos finalizando um livro-jogo (RPG) sobre a mesma temática, que deverá estar concluído até o final de 2010. 

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  • Nova Palestra: Biomateriais para vivermos mais e melhor

    Palestrante: Gloria Dulce de Almeida Soares- D.Sc.- UFRJ

    Resumo: A esperança de vida vem crescendo de forma continuada e já convivemos com pessoas que passaram dos 100 anos, mas permanecem lúcidas e ativas. O IBGE estima que, em 2025, a população brasileira com mais de 60 anos seja algo em torno dos 30 milhões. Ótima notícia, pois todos queremos viver muito. Mas como aliar longevidade com saúde e atividade? Além de práticas preventivas, a engenharia, e mais especificamente, a engenharia de materiais se propõe a contribuir para o desenvolvimento de materiais que possam substituir órgãos e funções. Chamamos de uma forma geral de BIOMATERIAIS aos materiais de uso na área da saúde. Esses biomateriais são, e serão cada vez mais, relevantes para atender à população idosa e também a vítimas de acidentes e traumas, tão comuns em nosso país. Do correto diálogo entre as áreas de exatas (engenharia, química e física, entre outras) e as áreas da saúde (medicina, odontologia, biologia, etc.) resultarão soluções que podem garantir ao idoso qu alidade de vida para continuar produtivo e importante para a sociedade. É uma área de futuro, cujo investimento precisa começar “ontem”.

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  • Nova Palestra: Baía de Guanabara - Tesouro Perdido?

    Palestrante: Angela de Luca Rebello Wagener - Doutora- PUC - RIO

    Resumo: No Rio de Janeiro o mar é a nossa fronteira sul, recortada de baías e enseadas, que nos oferecem lazer, alimento e via de transporte. A Baía de Guanabara, às margens da qual foi fundada a nossa cidade, tem uma história encantada, havendo evoluido de um rio para baía ao longo dos tempos. Infelizmente a ocupação e uso desordenado de seu entorno levou a grandes alterações na qualidade das águas, sedimentos e dos seres vivos que alí ainda habitam. Grandes baleias e golfinhos há menos de 40 anos ainda vinham visitar este local acolhedor, enquanto a garotada nadava ou catava siris e mexilhões ao longo das praias de Paquetá, Ilha do Governador, Flamengo, entre outras. Hoje não podemos mais nadar em suas águas e tampouco consumir esses pescados sem que nossa saúde corra riscos. Quais são estes riscos? De onde provêm e por que existem? O que podemos fazer para recuperar a nossa baía? Estas são algumas perguntas que vamos procurar responder juntos no curso da palestra.

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  • Nova Palestra: Helmintos parasitas de peixes

    Palestrante: Simone Chinicz Cohen- Doutora- Fundação Oswaldo Cruz

    Resumo: O estudo da helmintos dos peixes tem grande importância não somente sob o ponto de vista industrial, como também pela possibilidade de conduzirem ao homem e aos animais domésticos inúmeras espécies de parasitas. Nos países asiáticos, em que é comum a ingestão de peixe crú, esses animais e seus parasitas definitivos ou transitórios tem uma importância decisiva na patogenia humana, comparável às nossas endemias rurais. O Brasil é um país que se destaca como potencial para piscicultura, devido à sua grande área territorial e às condições climáticas favoráveis. No entanto, a piscicultura, assim como em outras concentrações de animais, favorece o aparecimento de doenças, devido à presença de diferentes organismos patogênicos, que, em condições naturais, não representariam problemas. Entre os grupos de helmintos parasitas de peixes, as doenças causadas por Monogenea são mais significativas para a piscicultura, causando grandes mortalidades e consequentes prejuízos econômicos. Isso se deve ao fato desses parasitas apresentarem ciclo de vida direto, facilitando a transmissão peixe a peixe. No ambiente marinho, poucas espécies de helmintos são consideradas como causadoras de problemas de saúde para os peixes. Estudos sistemáticos e taxonômicos vêm sendo desenvolvidos e já foram registradas espécies com potencial zoonótico e patogênico, como larvas de trematódeos e de nematódeos em peixes de interesse econômico no litoral brasileiro. 

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  • Nova Palestra: Os Plásticos, o Ecossistema e a Sustentabilidade

    Palestrante: José Carlos Pinto- Doutor- UFRJ

    Resumo: Plásticos são materiais formados pela união de grandes cadeias moleculares chamadas polímeros, que por sua vez são formadas por moléculas menores, chamadas monômeros. Estima-se que no Brasil pelo menos 2,2 milhões de toneladas de plástico pós-consumo (descartados após o uso) se acumulam anualmente, gerando problemas ambientais e de gerenciamento desses resíduos. Diante do problema, a reciclagem é a melhor resposta para o desafio sobre usar ou não usar o material plástico. A questão fundamental não é se devemos usar ou não o plástico, mas o que devemos fazer com ele depois do seu ciclo de uso, uma vez que o plástico deve ser tratado como uma matéria-prima potencialmente reutilizável, e não como lixo. É importante ainda ressaltar os impactos ambientais positivos da transformação de plástico em plástico. A reciclagem contribui para reduzir a quantidade de material descartado no meio ambiente, pois o utiliza como matéria-prima para produzir novos materiais plásticos. Ao ser reciclado, economiza-se o petróleo que seria utilizado para fazer plástico novo, o que certamente contribui para a redução da emissão de carbono na atmosfera. A reciclagem do plástico também pode resultar em consideráveis impactos econômicos e sociais. A reciclagem pode estimular a valorização econômica dos resíduos plásticos e gerar empregos, por incentivar a coleta seletiva de plástico por cooperativas de catadores de lixo.

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  • Nova Palestra: Sangramento na gengiva e sua importância para a saúde

    Palestrante: Carlos Marcelo S Figueredo- PhD- UERJ

    Resumo: O objetivo desta palestra é instruir os alunos sobre os malefícios das infecções que acometem a boca como consequência da má higiene oral. Serão discutidos os efeitos locais e sistêmicos das doenças gengivais e da cárie. Ainda serão discutidos métodos eficazes de higiene e possibilidades de equilibrio na dieta. 

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  • Nova Palestra: Redes Neurais Artificiais: o cérebro artificial

     

    Palestrante: Luiz P. Calôba-Dr. Ing., L.D.,- COPPE/UFRJ

    Resumo: Redes Neurais Artificiais (RNAs) são sistemas de processamento da informação que emulam parte de um cérebro animal. Quando os computadores digitais surgiram foram chamados "cérebros artificiais". Nada mais diferente, enquanto um computador apenas executa o que foi programado, o cérebro tem capacidade de aprender a partir da experiência, alterando sua estrutura e seu funcionamento enquanto atua. Cérebros aprendem. Computadores que tivessem esta capacidade de aprender, principalmente de aprender regras que não somos capazes de formular logicamente, seriam de grande utilidade. RNAs fazem isto. RNAs surgiram no fim da década de 80 e emulam o funcionamento de uma pequena parte de um cérebro animal, conservando um grande número de suas propriedades, inclusive a aprendizagem por experiência. E porque processam a informação da mesma forma que o cérebro faz são uma poderosa ferramenta que encontra aplicação em um enorme número de áreas, p.ex. engenharia, medicina, física, finanças, etc. Nesta palestra explicamos o que são e apresentamos os tipos e os princípios básicos de funcionamento das RNAs. Apresentamos também demonstrativos computacionais de como as RNAs funcionam e mostramos exemplos de aplicações em diversas áreas. Áreas principais de interesse: engenharias, informática.

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  • Nova Palestra: Por dentro do cérebro: entendendo como aprendemos

     

    Palestrante: Alfred Sholl Franco - Doutor - UFRJ

    Resumo: O sistema nervoso e sua complexidade são abordados nesta palestra, de forma a promover alguns esclarecimentos sobre como o conhecimento a respeito do Cérebro foi sendo construído até chegarmos aos dias atuais. Sob um olhar cognitivista, busca-se explicar e desmistificar alguns conceitos como o de aprendizagem, memória e períodos críticos, focalizando nos processos relacionados à percepção e à inteligência, além de conceitos como o de atenção e motivação, que mostram-se essenciais para se entender como nossas memórias, pensamentos e comportamentos constroem o sujeito. 

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    Nova Palestra: O uso de algas marinhas em nossas vidas

     

    Palestrante: Andre Lopes Fuly - Doutor - UFF 

    Resumo: Os animais venenosos e peçonhentos estão agrupados em diferentes famílias, incluindo vertebrados e invertebrados. Suas glândulas secretam substâncias que servem tanto para defesa e ataque como função digestiva da presa. Em geral, os venenos são em maioria, proteínas (enzimas) que respondem pelos vários efeitos biológicos observados nas vítimas, como neurotoxicidade, efeitos na hemostasia, inflamação, cardiotoxicidade, miotoxicidade, hemorragia, hemolítico, hipotensivo, necrose e dor. No Brasil e em várias partes do mundo, os acidentes ofídicos representam um grave problema à sociedade devido a sua gravidade e frequência, sendo inclusive considerados pela Organização Mundial da Saúde como doença negligenciada. Por isso, a necessidade no desenvolvimento de métodos e tratamentos para a neutralização destas enzimas. Atualmente, o método preconizado pelo Ministério da Saúde é a administração de antisoros denominado de soro antiofídico, que são produzidos em equinos. Este método tem desvantagens, como: 1) o soro pode induzir reações alérgicas (choque anafilático, que pode levar a óbito); 2) elevado custo de produção e distribuição; 3) os efeitos locais do veneno não são revertidos. Este último fato pode gerar um problema de saúde e sócio-econômico, pois pode levar a destruição de um tecido resultando na amputação e/ou deformidade de um membro, elevando assim os índices de morbidades. Desta forma tratamentos alternativos são sugeridos e, os produtos naturais são ótimos candidatos. Os oceanos apresentam uma grande diversidade de produtos naturais provenientes de vários organismos como esponjas, moluscos, bactérias marinhas, cianobactérias e algas. Um grande número de bioprodutos tem sido isolados de organismos marinhos e caracterizados bioquímico-farmacologicamente, como: anticâncer, antibiótica, antifúngica, antiviral, anticoagulante e antiangiogênica. Por isso, nesta palestra procuraremos dar uma visão sobre as propriedades antiofídicas das algas marinhas, ressaltando assim organismos marinhos como fontes promissoras de bioprodutos para o estudo e desenvolvimento de medicamentos contra os efeitos da picada de cobras. 

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    • Nova Palestra: Tuberculose é antiga, mas não é passado

       

      Palestrante: Leila de Souza Fonseca - UFRJ

      Resumo: Você sabia que a tuberculose é responsável por 2 milhões de mortes por ano, em todo o mundo? Pois é, apesar da doença possuir tratamento eficaz desde a década de 50 do século passado, ainda morrem no Brasil cerca de 4.000 pessoas a cada ano. Como se transmite a doença? Como podemos evitar a transmissão da tuberculose? Quais os planos de governo para controlar a tuberculose? Iremos discutir estas questões e outras como, quais os grupos de pessoas que mais adoecem por tuberculose, a relação da tuberculose com a AIDS.

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    Nova Palestra: O que faz bem à saúde, o que faz mal à saúde: como os cientistas descobrem isso?  

     

    Palestrante: Eduardo Faerstein   - UFRJ

    Resumo: Comer ou beber isso ou aquilo faz mal à saúde, praticar exercícios físicos assim ou assado faz bem à saúde: esses assuntos - e muitos outros relacionados a nossa saúde e bem estar - aparecem todos os dias nos jornais, na TV, na internet, e em conversas com parentes e amigos. Muitas vezes, as recomendações existentes em diferentes fontes não coincidem. Muitas vezes, também, muda o que parecia ser verdade aceita pouco tempo atrás. Então, muita gente se pergunta: em que acreditar, afinal, no sentido de adotar hábitos e comportamentos que nos ajudem a manter uma boa saúde, na medida do possível? Como distinguir entre a informação confiável, por um lado, e por outro as lendas, crenças injustificadas, exageros, ou mesmo “propaganda enganosa” com motivações comerciais? Nesta palestra, comentarei o fato de que nossa saúde é influenciada por múltiplos fatores, alguns dos quais conhecemos bem -- e outros não. Informarei os diversos métodos de pe squisa que os cientistas utili zam para concluir, em dado momento, sobre aquilo que mais provavelmente se aproxima da verdade. Por fim, divulgarei algumas das melhores fontes de informação disponíveis, para estudantes e para os cidadãos de modo geral, sobre algumas certezas e incertezas atuais sobre o que faz bem à saúde, e sobre o que faz mal à saúde. Muito já se sabe a respeito, e portanto muito se pode fazer em beneficio da saúde da população. E o Brasil tem feito coisas importantes nessa direção, mas ainda há muito trabalho pela frente. Para isso, é preciso divulgar de modo acessível informações corretas a todos.
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    Nova Palestra: O mundo dos biomateriais na vida das pessoas  

     

    Palestrante: Carlos Nelson Elias   - Dr. -Instituto Militar de Engenharia

    Resumo: O objetivo é apresentar os novos materiais e suas aplicações para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Serão apresentados exemplos de biomateriais usados na cardiologia, ortopedia e odontologia. Nível do auditório: a apresentação será preparada em função do nível do autidório. Preferencialmente para alunos acima de 15 anos.
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    Nova Palestra: Hidrogênio e Células a Combustível: Energia do Futuro

     

    Palestrante: Mariana de Mattos Vieira Mello Souza   - Dr. -Escola de Química

    Resumo: O hidrogênio tem sido apontado como o combustível do futuro, para geração de energia elétrica através das células a combustível. Nessa palestra serão abordados os principais aspectos técnicos envolvidos na produção, transporte e armazenamento de hidrogênio, bem como sua utilização em células a combustível, com um panorama geral dos desenvolvimentos tecnológicos nestas áreas nas últimas décadas. O maior destaque será para a produção de hidrogênio a partir de diferentes processos e matérias-primas, desde os combustíveis fósseis até as energias renováveis, como eletrólise da água e gaseificação de biomassa. 
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    Nova Palestra: Impacto da infecção pelo HIV-1 em mulheres jovens

     

    Palestrante: Cleonice Alves de Melo Bento  - Dr. -UNIRIO

    Resumo: Quase trinta anos após os primeiros relatos, a síndrome da
    imunodeficiência adquirida (AIDS) continua representando um desafio a
    ciência, apesar dos esforços feitos na tentativa de controlar e prevenir
    sua disseminação. A doença é causada pelo vírus da imunodeficiência humana
    (HIV) e caracteriza-se por uma depleção dos linfócitos TCD4+, as células
    mais importantes envolvidas em nos proteger de várias doenças causadas por
    microorganismos e também de tumores. Embora importantes avanços tenham sido alcançados nos últimos anos quanto à prevenção de novos casos e à
    diminuição de mortes relacionadas à AIDS, o número de pessoas vivendo com
    HIV continua aumentando. Estimativas levantadas em 2009 apontam que
    aproximadamente 35 milhões de pessoas estejam infectadas com HIV no mundo
    com 2 milhões de mortes por doenças relacionadas a AIDS em todo mundo. Em
    relação à diferença entre sexos, o que se observa atualmente é um aumento
    crescente no número de mulheres muito jovens infectadas pelo HIV. Como a
    grande maioria das mulheres infectadas encontra-se na fase reprodutiva, o
    número de gestantes infectadas pelo HIV tem aumentado nos últimos 10 anos,
    o que tem elevado o número de crianças com AIDS. Apesar de várias manobras
    clínicas atuais estarem reduzindo o número de crianças infectadas, tais
    intervenções não conseguem conter todos os efeitos deletérios da infecção
    pelo HIV-1 em gestantes no desenvolvimento da criança, podendo trazer
    sérias conseqüências futuras, tais como maior suscetibilidade a doenças
    infecciosas e menor resposta às vacinas.
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    Nova Palestra: Lixiviados de Aterros Sanitários

     

    Palestrante: Juacyara Carbonelli Campos  - UFRJ

    Resumo: Impacto da infecção pelo HIV-1 em mulheres jovens
    Resumo: Quase trinta anos após os primeiros relatos, a síndrome da
    imunodeficiência adquirida (AIDS) continua representando um desafio a
    ciência, apesar dos esforços feitos na tentativa de controlar e prevenir
    sua disseminação. A doença é causada pelo vírus da imunodeficiência humana
    (HIV) e caracteriza-se por uma depleção dos linfócitos TCD4+, as células
    mais importantes envolvidas em nos proteger de várias doenças causadas por
    microorganismos e também de tumores. Embora importantes avanços tenham sido alcançados nos últimos anos quanto à prevenção de novos casos e à
    diminuição de mortes relacionadas à AIDS, o número de pessoas vivendo com
    HIV continua aumentando. Estimativas levantadas em 2009 apontam que
    aproximadamente 35 milhões de pessoas estejam infectadas com HIV no mundo
    com 2 milhões de mortes por doenças relacionadas a AIDS em todo mundo. Em
    relação à diferença entre sexos, o que se observa atualmente é um aumento
    crescente no número de mulheres muito jovens infectadas pelo HIV. Como a
    grande maioria das mulheres infectadas encontra-se na fase reprodutiva, o
    número de gestantes infectadas pelo HIV tem aumentado nos últimos 10 anos,
    o que tem elevado o número de crianças com AIDS. Apesar de várias manobras
    clínicas atuais estarem reduzindo o número de crianças infectadas, tais
    intervenções não conseguem conter todos os efeitos deletérios da infecção
    pelo HIV-1 em gestantes no desenvolvimento da criança, podendo trazer
    sérias conseqüências futuras, tais como maior suscetibilidade a doenças
    infecciosas e menor resposta às vacinas.
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    Nova Palestra: Transformações Químicas nos Alimentos

     

    Palestrante: Alexandre Guedes Torres -UFRJ

    Resumo: O estudo formal da Química dos Alimentos avançou em paralelo ao período da revolução industrial na Europa e atualmente é uma vasta área aplicada da ciência da Química que representa um desafio para os que se aventuram a desbravá-la e um incentivo para a interdisciplinaridade. Através da integração com a física, nutrição, entre outras ciências, além de áreas tecnológicas, tais como engenharias e a tecnologia de alimentos, o estudo da Química de Alimentos contribui para garantir a segurança e a qualidade nutricional e sensorial dos alimentos, além da conveniência de produtos industrializados. A Química de alimentos não está relacionada somente com o estudo da composição química e das associações físicas e químicas entre os componentes dos alimentos, mas também com as transformações químicas e físicas que ocorrem aos componentes durante a produção, processamento industrial, armazenamento e/ou utilização doméstica dos alimentos. Essas transformações têm grande potencia l de apresentar impacto, positivo ou negativo, na qualidade e na segurança dos alimentos que consumimos. O conhecimento dos fatores que determinam essas transformações químicas tem contribuído para melhor controle da segurança e da qualidade dos alimentos.
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    Nova Palestra: Presença de fungos e bactérias em sítios de pacientes com periodontite: novos achados e implicações futuras na prevenção e tratamento desta doença

     

    Palestrante: Antonio Canabarro -UERJ

    Resumo: As doenças que acometem a gengiva, incluindo as mais graves como as periodontites, são doenças infecciosas. Elas estão associadas a uma flora microbiana complexa, composta principalmente por bactérias. Porém, muitos microrganismos ainda não foram identificados em sítios de pacientes com periodontite, o que torna difícil o estabelecimento do papel deles na patogênese desta doença e, em conseqüência disso, dificulta o estabelecimento de uma terapia apropriada. Estudos recentes mostram que as doenças gengivais e periodontais estão presentes em grande parte da população brasileira e mundial. Cerca de 80% das pessoas apresentam algum tipo de doença na gengiva, sendo a periodontite responsável, em muitos países, por grande parte das perdas dentárias observadas. Tradicionalmente, o tratamento dessas doenças tem sido basicamente o controle mecânico, feito pelo paciente e pelo dentista. Porém, devido ao grande número de pessoas que ainda apresentam doenças periodontais e que continuam perdendo dentes, a proposta desta palestra é discutir novas estratégias de diagnóstico e tratamento das mesmas. Serão apresentados novos dados de pesquisas recentes realizadas pelo nosso grupo, que mostram a presença de fungos, especialmente Candida albicans, no interior de bolsas periodontais de pacientes com periodontites graves e fumantes. Estes achados originais podem indicar novos caminhos na compreensão dessas doenças e também podem levar a novas estratégias de prevenção e tratamento das mesmas.
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    Nova Palestra: Lixiviados de Aterros Sanitários

     

    Palestrante: Juacyara Carbonelli Campos -UFRJ

    Resumo: A destinação final de resíduos urbanos ainda é um dos principais problemas do saneamento ambiental no Brasil, onde mais de 70% de todos os resíduos sólidos urbanos gerados têm vazadouros a céu aberto como destino . Estudos nacionais indicam que apenas uma pequena fração do lixo doméstico (10%) é disposta em aterros sanitários. O controle da poluição causada por esses depósitos inadequados passa, sobretudo, pelo tratamento do lixiviado produzido. Ainda assim, estudos indicam que o aterro sanitário ainda é a alternativa mais atrativa, do ponto de vista econômico. O lixiviado, ou chorume, ou ainda percolado, é o líquido originado da massa orgânica do lixo durante o processo de degradação biológica que em contato com a água da chuva, percola a massa do aterro. A composição do lixiviado varia consideravelmente com a localização e com o tempo e depende de fatores hidrogeológicos do aterro, tipo de resíduos depositados, clima local e idade do resíduo aterrado. Diversos poluentes são responsáveis pelo impacto ambiental dos lixiviados. A variabilidade das características do lixiviado, de diferentes aterros e de áreas com idades de aterramento diferentes, exige que os métodos de tratamento sejam adaptáveis às variações de composição, biodegradabilidade, concentrações e de volume. No Brasil, a maioria dos aterros não utiliza nenhum tipo de tratamento para o líquido lixiviado ou quando o trata, existe a dificuldade de enquadrá-lo dentro dos limites estabelecidos pela legislação. Várias tecnologias de tratamento de lixiviado têm sido propostas e utilizadas, visando-se reduzir as concentrações das substâncias tóxicas, e enquadrar o efluente tratado às concentrações de descarte legalmente permitidas. Em países desenvolvidos, há uma tendência para a utilização de tecnologias avançadas de tratamento, tais como ozonização e processos de separação por membranas.
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    Nova Palestra: Biologia Molecular e suas aplicações: dos transgênicos às vacinas comestíveis, para o bem ou para o mal?

     

    Palestrante: Yara Maria Traub-Cseko -FIOCRUZ

    Resumo: Voce sabia que o DNA de cada célula de nosso corpo, se esticado, tem 2 metros de comprimento? O DNA é uma molécula fascinante e sua manipulação permite a produção de vacinas, plantas resistentes a pragas, e até a potencial cura de doenças através de terapia gênica. Alguns destes tópicos são polêmicos. Vamos ouvir um pouco sobre eles e discutir os prós e contras destas tecnologias.
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    Nova Palestra: Plantas geneticamente modificadas: você conhece?

     

    Palestrante: Paulo Cavalcanti Gomes Ferreira -UFRJ

    Resumo: As plantas geneticamente modificadas (PGM) na agricultura vieram para ficar; em alguns cultivos como soja, milho e algodão, a grande maioria das sementes plantadas são transgênicas. O uso destas sementes despertou uma série perguntas, algumas polêmicas, como: elas fazem mal à saúde? Afetam o ambiente? Como são produzidas? Como comparar sementes tradicionais com sementes de PGM? Como sabemos se estamos ingerindo derivados de PGM? Esta palestra se propõe a discutir estas e outras questões e a explicar como as PGM são produzidas.
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    Nova Palestra: Eu posso mudar o meu corpo? O que o estudo do metabolismo nos ensina

     

    Palestrante: Mauro Sola-Penna -UFRJ

    Resumo: Já foi dito muitas vezes que nós somos o que comemos. Na verdade não é só isso, pois também somos o que fazemos, o que pensamos, o que sentimos e muitas outras coisas. Todas essas coisas têm a capacidade de mudar fisicamente nosso corpo por estarem relacionadas com mudanças no nosso metabolismo. Assim, engordar, emagrecer, tornar-se mais forte, mais rápido, mais alto ou qualquer outra alteração do nosso corpo pode ser alcançada através de mudanças no metabolismo, dentro de um limite pessoal. O estudo do metabolismo nos ajuda a compreender essas possibilidades e entender como poderíamos ajudar nosso organismo a se tornar mais próximo daquilo que desejamos ser.
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    Nova Palestra: Microondas: Da Cozinha ao Laboratório de Química

     

    Palestrante: Rodrigo O. M. A. de Souza -UFRJ

    Resumo: Os equipamentos de microondas surgiram a mais de 40 anos atrás sendo utilizados pela primeira vez com o intuito de aquecer comida em aviões nos Estados Unidos da América. Desde então muita coisa mudou, hoje existem aparelhos de microondas domésticos e dedicados a química, que operam baseados no mesmo princípio, mas possuem finalidades bem diferentes. No primeiro caso é o aquecimento da comida e no segundo é a aceleração das reações químicas pela irradiação das microondas.
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    Nova Palestra: Plantas Transgênicas: Mitos e Fatos

     

    Palestrante: Marcio Alves Ferreira -UFRJ

    Resumo: As plantas transgênicas podem representar risco para o meio ambiente? Será que os extraterrestres estão por trás da criação das plantas transgênicas? As plantas transgênicas resolverão o problema da fome no mundo? Qual é o risco de comer algo derivado de uma planta transgênica? Existe uma conspiração das mega corporações para controlar todas as sementes do mundo? Quem come plantas transgênicas se transforma em um mutante? São muitas as perguntas quando o assunto são as plantas geneticamente modificadas, algumas muito sérias outras nem tanto, mas o que é mito e o que é verdade? Quais são as perguntas ainda sem respostas? Para fazer as perguntas pertinentes, é importante entendermos um pouco mais sobre o que são plantas transgênicas, como são produzidas e para que servem na ciência e na agricultura. Na palestra, além que responder o que elas são, como são produzidas e a sua utilidade, vamos voltar um pouco no tempo e saber como o homem domesticou as plantas e depois, utilizando a genética clássica, desenvolveu quase todas as variedades de plantas cultivadas de hoje. O ser humano é totalmente dependente das plantas, toda a nossa alimentação depende direta ou indiretamente e que utilizamos na nossa alimentação, o que vestimos e agora, cada vez mais, até mesmo para se locomover com o desenvolvimento dos biocombustíveis. Atualmente o Brasil é o segundo maior produtor de transgênicos, todo brasileiro já comeu, de alguma forma, produtos de plantas transgênicas. Que planta é essa e o que ela tem de tão importante para ser tão popular hoje em dia? Vamos também ver que plantas transgênicas estão agora em fase de desenvolvimento, mas que podem ser uma realidade amanhã, como o tomate que pode ficar três meses na sua fruteira e não apodrecer ou então o milho que você come e fica imunizado contra a cólera. Vamos entender um pouco mais sobre os possíveis riscos dos transgênicos e as razões porque muitos países da Europa não os plantam. O objetivo da palestra é trazer um pouco de luz para uma área da ciência onde a política, economia e religião se misturam e acabam por enevoar os fatos e criar os mitos.
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    Nova Palestra: Prevenção da hipertensão arterial

     

    Palestrante: Eduardo Vera Tibiriçá - FIOCRUZ

    Resumo: A hipertensão arterial é um dos problemas médicos mais comuns da população mundial, sendo a doença cardiovascular de maior prevalência. É uma doença “traiçoeira”, porque é silenciosa (em geral não apresenta sintomas) e só é reconhecida pelas lesões dos órgãos atingidos. É uma doença vascular de todo o organismo e deixa "marcas" nos órgãos atingidos: coração, cérebro, rins, vasos e visão. Portanto, a identificação precoce da doença e seu tratamento são essenciais. Há duas formas de tratamento: sem e com medicamentos. O tratamento sem medicamentos tem como objetivo auxiliar na diminuição da pressão, e se possível evitar as complicações e os riscos por meio de modificações nas atitudes e formas de viver, são elas: - Reduzir o peso corporal através de dieta calórica controlada: substituir as gorduras animais por óleos vegetais, diminuir os açúcares e aumentar a ingestão de fibras - Reduzir o sal de cozinha, embutidos, enlatados, conservas, bacalhau, charque e queijos salgados - Reduzir o consumo de álcool - Exercitar-se regularmente 30-45 minutos, de três a cinco vezes por semana - Abandonar o tabagismo - Controlar as alterações das gorduras sangüíneas (dislipidemias), evitando os alimentos que aumentam os triglicerídeos como os açúcares, mel, melado, rapadura, álcool e os ricos em colesterol ou gorduras saturadas: banha, torresmo, leite integral, manteiga, creme de leite, lingüiça, salame, presunto, frituras, frutos do mar, miúdos, pele de frango, dobradinha, mocotó, gema de ovo, carne gorda, azeite de dendê, castanha, amendoins, chocolate e sorvetes - Controlar o estresse - Evitar drogas que elevam a pressão arterial: anticoncepcionais, antiinflamatórios, moderadores de apetite, descongestionantes nasais, antidepressivos, corticóides, derivados da ergotamina, estimulantes (anfetaminas), cafeína, cocaína e outros.
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    Nova Palestra: Identificação e prevenção do diabetes

     

    Palestrante: Eduardo Vera Tibiriçá - FIOCRUZ

    Resumo: DIABETES - O que é ? Doença provocada pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina, que leva a sintomas agudos e a complicações crônicas características. O distúrbio envolve o metabolismo da glicose, das gorduras e das proteínas e tem graves conseqüências tanto quando surge rapidamente como quando se instala lentamente. Nos dias atuais se constitui em problema de saúde pública pelo número de pessoas que apresentam a doença, principalmente no Brasil. Apresenta diversas formas clínicas, sendo classificado em: Diabetes Mellitus tipo I: Ocasionado pela destruição da célula beta do pâncreas, em geral por decorrência de doença auto-imune, levando a deficiência absoluta de insulina. Diabetes Mellitus tipo II: Provocado predominantemente por um estado de resistência à ação da insulina associado a uma relativa deficiência de sua secreção. Diabetes Gestacional: Circunstância na qual a doença é diagnosticada durante a gestação, em paciente sem aumento prévio da glicose. - O que se sente ? Os sintomas do diabetes são decorrentes do aumento da glicemia (açúcar na sangue) e das complicações crônicas que se desenvolvem a longo prazo. Os sintomas do aumento da glicemia são: - sede excessiva - aumento do volume da urina, - aumento do número de micções - surgimento do hábito de urinar à noite - fadiga, fraqueza, tonturas - visão borrada - aumento de apetite - perda de peso. - Fatores de Risco para o Diabetes Mellitus Existem situações nas quais estão presentes fatores de risco para o Diabetes Mellitus, conforme apresentado a seguir: - Idade maior ou igual a 45 anos - História Familiar de diabetes ( pais, filhos e irmãos) - Sedentarismo - Hipertensão arterial - Objetivos do Tratamento Os objetivos do tratamento do diabetes são dirigidos para se obter uma glicemia normal tanto em jejum quanto no período pós-prandial (após as refeições), e controlar as alterações metabólicas associadas. - Tratamento O tratamento do paciente com diabetes envolve sempre pelos menos 4 aspectos importantes: - Plano alimentar - Atividade física: Todos os pacientes devem ser incentivados à pratica regular de atividade física, que pode ser uma caminhada de 30 a 40 minutos ou exercícios equivalentes. - Medicamentos, Hipoglicemiantes orais. Como se previne ? A prevenção do diabetes só pode ser realizada no tipo II. No diabetes tipo I, na medida em que o mesmo se desenvolve a partir de alterações auto-imunes, essas podem ser até mesmo identificadas antes do estado de aumento do açúcar no sangue. Esse diagnóstico precoce não pode ser confundido porém com prevenção, que ainda não é disponível. Assim é que pacientes com história familiar de DM, devem ser orientados a: - manter peso normal - praticar atividade física regular - não fumar - controlar a pressão arterial - evitar medicamentos que potencialmente possam agredir o pâncreas (cortisona, diuréticos tiazídicos).
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    Nova Palestra: Prevenção e tratamento da obesidade

     

    Palestrante: Eduardo Vera Tibiriçá - FIOCRUZ

    Resumo: OBESIDADE - O que é? Obesidade é uma doença caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, associada a problemas de saúde, ou seja, que traz prejuízos à saúde do indivíduo. - Como se desenvolve ou se adquire? Nas diversas etapas do seu desenvolvimento, o organismo humano é o resultado de diferentes interações entre o seu patrimônio genético (herdado de seus pais e familiares), o ambiente sócioeconômico, cultural e educativo e o seu ambiente individual e familiar. Assim, uma determinada pessoa apresenta diversas características peculiares que a distinguem, especialmente em sua saúde e nutrição. A obesidade é o resultado de diversas dessas interações, nas quais chamam a atenção os aspectos genéticos, ambientais e comportamentais. Assim, filhos com ambos os pais obesos apresentam alto risco de obesidade, bem como determinadas mudanças sociais estimulam o aumento de peso em todo um grupo de pessoas. Recentemente, vem se acrescentando uma série de conhecimentos científicos referentes aos diversos mecanismos pelos quais se ganha peso, demonstrando cada vez mais que essa situação se associa, na maioria das vezes, com diversos fatores. Independente da importância dessas diversas causas, o ganho de peso está sempre associado a um aumento da ingesta alimentar e a uma redução do gasto energético correspondente a essa ingesta. O aumento da ingesta pode ser decorrente da quantidade de alimentos ingeridos ou de modificações de sua qualidade, resultando numa ingesta calórica total aumentada. O gasto energético, por sua vez, pode estar associado a características genéticas ou ser dependente de uma série de fatores clínicos e endócrinos, incluindo doenças nas quais a obesidade é decorrente de distúrbios hormonais. A obesidade é fator de risco para uma série de doenças ou distúrbios que podem ser: - Hipertensão arterial - Doenças cérebro-vasculares (derrame) - Diabetes - Apnéia do sono Assim, pacientes obesos apresentam severo risco para uma série de doenças e distúrbios, o que faz com que tenham uma diminuição muito importante da sua expectativa de vida, principalmente quando são portadores de obesidade mórbida. - Como se trata? O tratamento da obesidade envolve necessariamente a reeducação alimentar, o aumento da atividade física e, eventualmente, o uso de algumas medicações auxiliares. Dependendo da situação de cada paciente, pode estar indicado o tratamento comportamental envolvendo o psiquiatra. Nos casos de obesidade secundária a outras doenças, o tratamento deve inicialmente ser dirigido para a causa do distúrbio.
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    Nova Palestra: Produção de biofarmacos a partir do cultivo de células animais

     

    Palestrante: Ioana Agustina Gianoglio Pantano - PEQ/COPPE- UFRJ

    Resumo: Os biofármacos são medicamentos obtidos mediante processos biológicos, através do emprego industrial de microorganismos ou células modificadas geneticamente. Esses processos permitem a produção de proteínas complexas, com alta atividade biológica, e maior eficiência no tratamento de diferentes doenças como câncer, diabetes, esclerose, hemofilia, entre outras. Também são utilizados para diagnóstico, terapias celulares e células tronco, terapias gênicas, e vacinas. Estas proteínas têm uma estrutura complexa e para apresentar atividade têm que ser semelhante ás proteínas humanas. Por isso, muitas delas são produzidas por células animais modificadas geneticamente e adaptadas a crescimento in vitro o que permite a produção industrial. Uma vez obtida uma linhagem celular produtora da proteína de interesse é importante selecionar o método e as condições de cultivo que maximizem a produção da proteína ativa para obter produtos de maior qualidade com menor custo. A produção de biofármacos faz parte da biotecnologia para a saúde e se baseia no trabalho interdisciplinar de profissionais da área da saúde como médicos e farmacêuticos, e da área da tecnologia, como engenheiros químicos ou de bioprocessos.
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    Nova Palestra: Extinção

     

    Palestrante: Rui Cerqueira Silva - UFRJ

    Resumo: A cada dia aumenta a preocupação com a extinção de espécies. As mudanças provocadas pelas atividades dos seres humanos estariam levando a que muitas espécies se extinguissem. Mas sempre ocorreram extinções durante a Historia da vida na Terra. Como aconteceram? Foram determinadas sempre por catástrofes ou acontecem por acaso? Existem explicações para as extinções? E as extinções de hoje, seriam completamente diferentes das do passado ou podemos olhar para o que aconteceu e entender as extinções atuais? E elas nos afetam?
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    Nova Palestra: A transição epidemiológica no Brasil: compreendendo as mudanças do estado de saúde da população brasileira

     

    Palestrante: Antonio José Leal Costa - IESC/UFRJ

    Resumo: A teoria da transição epidemiológica tem como foco a complexa mudança de padrões de saúde e doença e na interação entre esses padrões e seus determinantes demográficos, econômicos e sociológicos. Do predomínio das doenças infecto-contagiosas passou-se à preponderância das causas externas e das doenças crônico-degenerativas de longa duração, cuja evolução é, muitas vezes, marcada pela redução progressiva da capacidade funcional. No Brasil a transição epidemiológica tem início a partir de 1940 com o processo de declínio rápido da mortalidade, que se prolongaria até a década de 70. Somente a partir de 1960, com o declínio da fecundidade em algumas regiões mais desenvolvidas do Brasil, iniciou-se o processo de envelhecimento populacional. Os progressos da saúde pública e da medicina têm levado a um contínuo prolongamento da vida: cada vez uma maior proporção de pessoas no Brasil vive até os 65 ou 70 anos e só então inicia-se a redução generalizada do número de sobreviventes. No entanto, permanecendo a época do aparecimento das doenças e incapacidades, os anos de vida ganhos só fazem aumentar a proporção de incapacitados e doentes. O tema da transição epidemiológica vem motivando o estudo da situação de saúde da população brasileira, por meio de projetos de pesquisa desenvolvidos no Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro – IESC/UFRJ. Pretende-se divulgar os principais resultados destes projetos junto à sociedade e, em especial, aos profissionais que atuam na rede pública de ensino fundamental e médio do Rio de Janeiro, tendo em vista a íntima relação entre educação e saúde. Espera-se dessa forma contribuir para a melhoria das condições de saúde da nossa população.
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    Nova Palestra: HIV/AIDS: estado atual e perspectivas

     

    Palestrante: Mariza Gonçalves Morgado- IESC/UFRJ

    Resumo: Esta palestra tem por objetivo esclarecer alunos do 6o ao 9o ano sobre a infecção pelo HIV, compreendendo aspectos do vírus, de seu ciclo biologico, resposta imune, tratamento e evolução para a aids, enfatizando as pesquisas desenvolvidas nestas áreas, assim como discutir os principais aspectos relacionados com a prevenção. A ideia é mostrar como a ciencia evoluiu ao longo dos últimos 30 anos para compreender os principais mecanismos associados à aids e como muito ainda se tem que fazer para reduzir o curso da pandemia. Além do conteúdo específico, a ideia desta palestra é abrir uma discussao com os alunos sobre o papel do cientista no enfrentamento dos novos desafios. É possível se associar a palestra uma visita ao laboratório onde um grupo de alunos teriam acesso a atividades de bancada usadas para a pesquisa sobre a infecção pelo HIV.
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    Nova Palestra: Contaminação Ambiental: Como Reconhecê-la Precocemente

     

    Palestrante: Ricardo Erthal Santelli - UFRJ

    Resumo: A contaminação ambiental em sistemas aquáticos de ambientes marinhos e estuarinos é uma realidade que assola a maioria da costa brasileira. A principal causa disso é o contínuo despejo de efluentes domésticos e industriais, muitos deles sem qualquer tratamento prévio para eliminação de contaminantes químicos. Uma das classes mais importantes de contaminantes ambientais são os metais e metalóides, os quais são utilizados pelo homem sob diversas formas, e algumas delas acabam sendo eliminadas nos efluentes, indo se acumular nos sedimentos. Existem alguns biomarcadores de contaminação ambiental que podem ser quimicamente determinados para se verificar o nível de contaminação. Dentre estes, encontram-se as metalotioneínas, que são proteínas expressas por organismos vivos e que são induzidas na presença de certos metais. Assim, um ambiente pode se apresentar visualmente como limpo, mas já estar em fase de degradação. Isto pode ser avaliado estudando-se organismos aquáticos (bioindicadores) para verificar o seu nível de metalotioneínas. Ao mesmo tempo, pode-se utilizar outras estratégias analíticas como a verificação da qualidade da água e do sedimento do ecossistema.
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    Nova Palestra: Como as feridas cicatrizam?

     

    Palestrante: Andréa Monte Alto Costa - UERJ

    Resumo: A pele reveste o nosso corpo e desempenha diversas funções, por isso quando nos machucamos o organismo faz todo o possível para cicatrizar o mais rápido possível. Durante a palestra veremos a estrutura da pele e conversaremos sobre as suas funções, mostrarei o que acontece na pele quando ela é machucada e como o organismo age para cicatrizar aquele machucado. Falaremos sobre o que deve ser feito e o que não deve ser feito quando a pele está machucada. Também falaremos sobre queimaduras especificamente e sobre os tipos de cicatriz.
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